Um dedo só, uma mecânica só
O Gluxolot inteiro gira em torno de um gesto: puxar a bolinha com um dedo, mirar e soltar. Ela voa, quica nas paredes e gruda no próximo alvo. É todo o controle do jogo — sem menu pra aprender no meio da fase, sem lista de combo. Cada uma das 70 fases feitas à mão propõe uma pergunta nova com esse mesmo gesto.
Seis mundos, uma bolinha só
As 70 fases estão espalhadas por seis mundos, dos suaves Primeiros Voos até o calor do Inferno e os céus rolantes do sexto mundo. Moedas e uma nota de até 3 estrelas dão a cada fase um objetivo próprio além de só chegar ao fim, e os perigos — mais um elenco de criaturas amigas (e famintas) — mantêm cada mundo desafiador.
Feito sozinho, na Godot 4.7
O Gluxolot é um projeto de uma pessoa só, feito na Godot 4.7, com arte e áudio procedurais. É grátis pra jogar, com anúncios do AdMob que só aparecem entre as fases — nunca durante um arremesso — e uma compra única que remove os anúncios para sempre. Disponível em português do Brasil e inglês, seguindo o idioma já configurado no celular.
Um minuto de cada vez
Cada uma das 70 fases foi feita para caber em cerca de um minuto — tempo suficiente para ler a tacada, soltar e ver se acerta. Esse ritmo é proposital: dá pra jogar no ônibus, pausar no meio de uma tarefa e voltar depois sem perder o fio. Fácil de entender, mais difícil de tirar 3 estrelas. O Gluxolot está em português do Brasil e inglês desde o primeiro dia, seguindo o idioma que já está configurado no celular, porque um jogo de um gesto só precisa de zero instruções pra ser entendido em qualquer um dos dois.
Quer ver como são os seis mundos? Dá uma olhada nos mundos e nas capturas de tela na página inicial, ou fala com a gente na página de suporte se algo não estiver funcionando direito.